CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA

Um blog feito para quem quer aprender a tocar Violão e Guitarra de modo fácil, rápido e sem complicações com aulas e dicas para iniciantes e intermediários!!! Acesse também o site www.artmaia.com

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Arquivo de: Agosto 2008

18.08.08

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO

 

    Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.

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AS TRÊS GRANDES GUITARRAS

  Em 1950, a empresa de Leo Fender, sediada na Califórnia, lançou a primeira guitarra elétrica de corpo maciço fabricada em massa: a Fender Broadcaster, que logo seria rebatizada de Telecaster. Em 1952 e Gibson lançava a Les Paul de corpo maciço. Essa guitarra tinha elementos em geral ligados à marca Gibson na linha arch top. Em 1954 a Fender lançava a legendária Stratocaster. Apesar de modificações periódicas e ocasionais, estas três guitarras populares são produzidas até hoje. Elas marcaram tanto a música dos últimos quarenta anos que quase todos os guitarristas importantes usaram pelo menos uma delas.

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ESCALAS PENTATÔNICAS

As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.


Pentatônica de dó:

dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (s) (menor)

dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)

dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)


Pentatônica de ré:

ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)

ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)

ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)


Pentatônica de mi:

mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)

mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)

mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)


Pentatônica de fá:

fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)

fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)

fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)


Pentatônica de sol:

sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)

sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)

sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)


Pentatônica de lá:

lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)

lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)

lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)


Pentatônica de si:

si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)

si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)


Pentatônica de fá#:

fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)

fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)


Pentatônica de dó#:

dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)

dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)



Pentatônica de ré#:

ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)

ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)


Pentatônica de sol#:

sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)

sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)


Pentatônica de lá#:

lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)

lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)

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INTERVALOS

 

 Intervalo é à distância entre duas notas. Os Intervalos equivalem aos números dos graus das notas da escala diatônica. Os graus são representados em algarismos romanos tendo cada nota de acordo com a sua ordem na escala a partir da tônica um grau equivalente, portanto o número do grau está vinculado ao nome da nota.

Vamos exemplificar na escala de C:

Notas da Escala Diatônica /Graus/ Intervalos

C I T (tônica)
D II 2M (segunda maior)
E III 3M (terça maior)
F IV 4j (quarta justa)
G V 5j (quinta justa)
A VI 6M (sexta maior)
B VII 7M (sétima maior)
C VIII 8j (oitava justa)
D II (oitavado) 9M (nona maior)
E III (oitavado) 10M (décima maior)
F IV (oitavado) 11j (décima primeira justa)
G V (oitavado) 12j (décima segunda justa)
A VI (oitavado) 13M (décima terceira maior)

Os intervalos pode ser simples ou compostos:

Intervalos Simples são aqueles que estão contidos até a oitava.
(T, 2, 3, 4, 5, 6, 7,

Intervalos Compostos são aqueles maiores que oitavas.
(9, 10, 11, 12, 13)

O intervalo será melódico quando os sons aparecerem em sucessão um ao outro, ou harmônico, caso sejam executados no mesmo instante.

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ESCALAS PENTATÔNICAS MAIS COMUNS

 John Novello, em seu livro The Contemporary Keyboardist, explica que as pentatônicas mais comuns são (em graus):

- Pentatônica maior

T 2 3 5 6

ex: C D E G A

e seu modo menor natural, apartir da sexta.

A C D E G

- Pentatônica menor

T 2 3m 5 6

ex: C D Eb G A

e seu modo menor natural, a partir da sexta

A C D Eb G

Quando combinadas, formam uma outra escala muito comumente usada:

Escala Blues

C D Eb E G A

Seu modo menor:

A C D Eb E G


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